
A Secretaria de Proteção Animal realizou nesta terça-feira (4) mais um mutirão de exames laboratoriais nos animais internos sob tutela do município. Desta vez, equinos e mulas acolhidos no setor de apreensão, localizado no Horto Florestal, passaram por coleta de sangue para avaliação clínica. Na última semana, nos dias 29 e 30 de julho, cães e gatos do lar temporário também participaram da ação, que faz parte do acompanhamento veterinário realizado periodicamente nos animais acolhidos pela secretaria. De acordo com o veterinário especializado em animais de grande porte, Glauber Luís Puzone, os exames são fundamentais para acompanhar o estado de saúde dos animais e identificar possíveis alterações de forma precoce. “Essa é uma importante ação de monitoramento da saúde dos animais acolhidos no setor de apreensão, no Horto Florestal. Com esses exames, conseguimos avaliar as condições gerais dos animais e definir com mais segurança os tratamentos necessários”, explicou. Após a coleta, as amostras são encaminhadas para a Clínica Veterinária Pública, onde são analisadas em equipamentos próprios, garantindo mais agilidade, precisão e confiabilidade nos resultados. Entre os equipamentos utilizados está o contador hematológico, responsável pela realização do hemograma. O exame avalia a quantidade e a proporção de hemácias, leucócitos e plaquetas, permitindo identificar alterações como anemia, infecções, processos inflamatórios e outros problemas de saúde. Outro equipamento é o analisador bioquímico, que examina o plasma sanguíneo e fornece indicadores sobre o funcionamento de órgãos como rins e fígado. Essas informações complementam a avaliação clínica e auxiliam na definição do diagnóstico e do tratamento mais adequado para cada animal. Segundo o veterinário Gian Stefani Pacola, os exames laboratoriais são essenciais para confirmar suspeitas clínicas. “Quando o animal apresenta sinais e sintomas compatíveis com alguma enfermidade, os exames complementares fornecem informações importantes que ajudam o profissional a fechar o diagnóstico e definir a melhor conduta para o tratamento”, destacou.